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terça-feira, 15 de maio de 2012

Jogos.: Testamos o Beta de Torchlight II


Se você está acompanhando o desenvolvimento do Torchlight II, provavelmenete está sabendo que a Runic Games tem distribuido, aos poucos, chaves para o teste da versão beta do jogo. Eis que tive o privilégio de receber uma dessas chaves e trago para vocês as minhas primeiras impressões sobre o jogo.

Antes de dizer qualquer coisa, saiba que curti muito o Torchlight I; joguei-o e terminei-o diversas vezes! Se você, caro leitor, também curtiu Torchlight I, saiba que o Torchlight II é algo absurdamente espetacular! Melhore o primeiro jogo em todos os aspectos, inclusive aqueles que já eram bons, e o resultado é o segundo jogo da série. Pelo fato de Torchlight II seguir a mesma fórmula de Diablo, é inevitável que surja a pergunta "qual dos dois é melhor?" e a minha resposta é simples: nenhum dos dois! Por mais que a fórmula seja a mesma, a proposta de cada um deles é diferente! Pelo pouco que pudemos testar de Diablo III e o que pude experimentar de Torchlight II, os dois cumprem muito bem com os seus papéis, mas acima de tudo cumprem o principal objetivo de um jogo: fazer o usuário se divertir!

Logo no início, na tela de escolha da classe do personagem, temos a possibilidade de customizar o rosto e o estilo e cor dos cabelos. Assim que essa primeira parte é finalizada, vem a escolha do pet que acompanha o personagem. Em Torchlight I, tínhamos o cachorro e o gato, e uma atualização adicionava ainda um furão; já no Torchlight II, temos várias outras opções de pet para escolher. Além das originais, há ainda outras raças de cães (uma das raças é baseada no Falcor, o cão de estimação dos escritórios da Runic Games), pantera, falcão, lobo e um bicho bastante estranho. Dependendo do animal escolhido, é possível ainda alterar sua cor!


Uma vez dentro do jogo, já começamos a perceber as alterações nos gráficos e na interface. A fórmula da interface foi mantida e vários aspectos foram melhorados. A exemplo, quando abrimos a tela para verificar os atributos do personagem, há botões que selecionam "abas", permitindo ir às telas do animal, resumo do jogo etc. Algo bastante interessante é que podemos configurar tipos de itens que serão mostrados no chão, dispensando a necessidade de pressionar a tecla ALT toda vez, como acontece com o Torchlight I.


Além da animação do novo Torchlight ter ficado muito boa, as músicas de Matt Uelmen são simplesmente fantásticas. Algumas delas inclusive lembram muito a série Diablo!

Uma novidade que recebi muito bem foi a adição de magias passivas. Lembra daquelas quatro magias que eram possíveis de serem aprendidas no Torchlight I? Pois é, continuamos tendo essas quatro, mas algumas delas adicionam bônus constantes de forma passiva. Dessa forma, na minha opinião, a presença de magias passa a ter alguma utilidade.

Ao contrário do primeiro jogo da série, agora aparecem itens restritos apenas a algumas classes, apesar do fato de que todos podem utilizar qualquer tipo de item. E por falar em itens, a variedade adicionada no segundo jogo é notável e certamente trará a chance de testar muitas construções diferentes, isso ainda será reforçado pelo fato de que muitas skills dão bônus para alguns tipos de armas e não para outros.

Outra novidade é que cada classe possui uma barra chamada de "charge". Para cada classe, o sistema é ligeiramente diferente; com o Berserker, por exemplo, cada golpe desferido e que cause dano faz com que a barrinha aumente (caso fique parado, isso fará com que essa barrinha diminua). Ao completar a barra, o qualquer golpe do Berseker trará como resultado um critical hit(basicamente, o dobro do dano). Para o Ember Mage, a barra completa faz com que todas as magias tenham custo 0 de mana.

Relacionado aos animais, ainda temos aquela possibilidade de mandá-lo de volta à cidade vender alguns itens, permitindo que você continue na ação. E o legal é que ainda podemos criar uma lista de compra (potes e scrolls) para que o bicho traga de volta.

Testei as quatro classes disponíveis (Outlander, Berserker, Ember Mage e Engineer) e assim como aconteceu com o Diablo III, gostei de todas elas! O esquema de encantamento de itens foi totalmente modificado. Enquanto que no primeiro jogo da série havia um mago na cidade que podia adicionar encantamentos a um item (por um preço, obviamente), no segundo jogo não podemos mais tentar adicionar novos encantamentos livremente, dependerá muito da habildiade do mago. Além disso, nas andanças pelo jogo é possível encontrar alguns encantadores. De todas as tentativas que realizei, em nenhuma delas obtive sucesso, ou seja, não sei qual é o potencial dos encantamentos.

O esquema de pescaria também foi bastante alterado. A começar pelo fato de que em Torchlight II cada ponto de pesca possui um valor associado, indicando o número de tentativas. Além disso, existe a possibilidade de que algum ponto desses seja especialmente melhor que os outros (fato que será indicado pelo texto acima).


Conclusão, Torchlight II supera todas as expectativas de um fanático pelo primeiro título da franquia Torchlight!

2 comentários:

  1. Realmente o primeiro chegou sem dizer nada e conseguiu fazer bastante barulho entre todos que o jogaram. Eu mesmo baixei e joguei sem esperar muita coisa do jogo e quando dei por mim, já estava procurando o original p/ comprar. O segundo realmente deu uma turbinada no que já era muito bom e dessa vez irei comprar o original de olhos fechados (mesmo tendo jogado a versão teste hehehe...).
    No que depender de mim irei ajudar aos desenvolvedores a lançarem muitas continuações desse simples game totalmente viciante.

    P.S. - Quanto a apertar o ALT toda vez p/ ver o nome dos itens no primeiro Torchlight, na vdd não é realmente necessário. Ao lado do ícone "pause mode" tem a opção p/ deixar o ALT ativo ou inativo, evitando assim ter que apertar o tempo todo essa tecla.

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  2.  Acredita que eu NUNCA tinha jogado o Torchlight I? Fui conhecer de verdade só depois que o Yuri passou a fazer parte da equipe aqui do RN. hehehehehe. O jogo realmente é viciante!

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